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Ep.#77 – Toscontinuações: The Movies

Asilo Juice!

Neste episódio que já é um sucesso de bilheteria segundo a crítica não especializada, Gabi Jaloto, Lucas Ferreira, Perna, Vinicius e Zé Ferreira pagam de “sinopeiros” e “roteireiros” e criam as continuações mais sensacionais, soberbas, nefastas, ines-brazil-lifestyle-adjective, de filmes como nunca antes vistos na história cinematográfica!

Se você gostou dos outros 76 episódios (fora os especiais + fast n’ fuck) então você vai se apaixonar por este episódio cheio de dilemas morais, fantasmas drogados, batalhas no bar do Pete, empalamentos familiares, derrotas, hospicios, viagens no tempo e velhos pilotos de caça que jogam volei causando as maiores e geriátricas confusões!

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Este episódio foi “prateocinado por”:

  • Fábio Kiss
  • Sandro Felizardo
  • Diego Arvin
  • Paulo Libardi
  • Molina
  • Eder Jacomino
  • Raphael Molina
  • Vitor Campoy
  • Leonardo Molina
  • Marcelo Romualdo dos Santos
  • Peá Campos
  • Gabriel Assis Erbetta
  • Franz Niederheitmann
  • Bruno Roselem
  • Camila Cavadas
  • Aristótenes

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Ep. #62 – Profissão: Ninja

Neste episódio (que tarda, falha e todas aquelas coisas que você já sabe), Alemão, Hendrix, Perna e Vinicius falam sobre os caras mais foderosos, enigmáticos, furtivos, maravilhosos, estupendos, poderosos, lendários… Não, não é nossa auto biografia mas sim sobre outros caras que são tão sensacionais quanto – Os Ninjas.

Obrigado a todos os ouvintes que com muita paciencia, ou não, esperam ansiosamente por novos episódios #toscoarmy.

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Ep. #57 - Perfeitos para o papel

Ep. #57 – Perfeitos para o papel

 

A Toscochancha Inc. Products of  V.T.N.C Consumo de Mau Gosto Vergonhosamente Apresenta:

 

Toscochancha - The Movie

Estrelando:

atores e personagens

E não é só isso!  Alemão, Fernando, Perna, Vinicius e Zé, com toda a sua sub capacidade para palpitar sobre o mundo do cinema, escolhem os melhores atores para os possíveis melhores(?) Filmes da galáxia!

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O Cinema nos Filmes!

Olá, olá, navegantes dessa nave louca chamada internet.
Dessa vez não escreverei sobre aquela coisa besta de história em quadrinhos, a dica hoje é para quem gosta de filmes e de cinema. Filmes e cinema? Redundância? Pleonasmo? Não, não. É que hoje o tema escolhido são filmes sobre o cinema!

Para combinar com o clima descontraído do Tosco, aí vão três comédias supimpas que prestam uma homenagem a essa arte tão bonita de se ver: Matinee, Cecil B. Demented e Rebobine, Por Favor.

MATINEE: UMA SESSÃO MUITO LOUCA (1993)

1962, Crise dos Misseis, a cidadezinha de Key West (Flórida) está tomada pelo medo frente à possibilidade de um ataque nuclear. Aproveitando a fragilidade geral, o diretor Lawrence Woosley (John Goodman), já famoso pelos seus filmes de terror, decide fazer em Key West a pré-estréia de sua mais nova patota: “MANT”, sobre um homem que se transforma em formiga pelos efeitos da radiação. Para convencer o dono do cinema local financiar a distribuição nacional do seu filme, Woosley decide incrementar a experiência do cinema, com técnicas de filmagem diferentes, caixas de som potentes, dispositivos sensoriais, enfim, fazer da exibição um espetáculo completo e interativo.

Apesar do título escrotizado no bom e velho jeitinho brasileiro e da aparência sessão da tarde, Matinee é um filme que consegue despretensiosamente contar uma passagem importante da história do cinema. Nos anos 60, o “American Way of Life” estava em crise, bem como a glamurosa indústria hollywoodiana. Os cinemas antiquados já não estavam de acordo com a vontade da juventude. No filme, Lawrence Woosley fez o que foi realmente a saída para a crise, a reinvenção do modo de se ver e fazer cinema, reavivar a experiência de ir ao cinema.
É interessante também pensar que o período retratado no filme é praticamente análogo ao que o cinema vive atualmente. A crise, o maravilhoso (OH!) advento das salas com exibição de filmes em 3D, tudo isso para chamar as pessoas de volta para o escurinho, para poltroninha, pipoca e toda aquele tchãn que só a sala de cinema tem.
Ah! E tem mais! O filme é dirigido por nada mais, nada menos que Joe Dante, o mesmo diretor de Piranha e Gremlins.

 

 

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CECIL B. DEMENTED (2000)

Cecil Bem Demente (olha aí o bom e velho Entitulator Tabajara) é uma sátira do conflito entre grupos de defensores do cinema underground e o cinema comercial. Cecil B. Demente (Stephen Dorff) é o líder de uma equipe praticante do “cinema na raça” e que protesta contra o o cinema comercial. Sob o lema “Demented Forever”,  eles sequestram Honey Whitlock (Melanie Griffith), a atriz mais popular no momento do cinema americano, e a forçam a estrelar um filme underground em produção.

Escrito e dirigido pelo meu querildo John Waters, o filme traz várias referências, todas devidamentes satirizadas. A começar pelo título, Cecil B. Demented faz alusão ao diretor Cecil B. DeMille, grande diretor norte americano dos anos 30, 40, 50, responsável por filmes como O Maior Espetáculo da Terra, Dez Mandamentos e Cleópatra. Do mesmo modo, a função e estilo dos outros integrantes também são relacionadas a diversas figuras do cinema, como David Lynch, Almodovar etc. O método de produção defendido pelo grupo faz referência ao Dogma 95 (google aí, cambada). São invadidas as filmagens de Forrest Gump 2 e a exibição de Patch Adams. Enfim, é um trelelê danado, nonsense, que faz a crítica de maneira divertida e bem humorada.

Sabe aquele pessoal “mais underground que metrô”, que tem a mania chata de idolatrar aquele diretor eslovaco que só ele conhece? Cecil B. Demented diz o que todos nós gostaríamos de dizer, o grande e eloquente: grandes bostas!

 

 

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REBOBINE, POR FAVOR (2006)

Be Kind Rewind (título original) é o nome de uma videolocadora de bairro que vai de mal a pior e tenta sobreviver em plena ascensão das blockbusters e do momento de transição do VHS para o DVD. O dono da locadora decide investigar o concorrente e deixa responsável pela loja Mike (Mos Def). Jerry é o amigo besta (como sempre  interpretado por Jack Black), que acaba desmagnetizando todas as fitas da locadora, apagando os filmes gravados. No desespero e para não afundar de vez com a locadora, eles começam a refilmar tudo o que foi perdido, no improviso. Os filmes “suecados”, termo criado para justificar suas versões, começam a fazer sucesso e eles vivem aventuras muito loucas.

O filme passa uma mensagem bonita sobre o “fazer cinema”, mas na minha opinião o mais legal fica por conta das versões de clássicos como Os Caça Fantasmas, Conduzindo Miss Daisy, King Kong, O Rei Leão, Robocop.

A direção  e o roteiro são de Michel Gondry, o mesmo de Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, e o elenco traz Mos Def (o Chuck Berry de Cadilac Records!), Jack Black, Mia Farrow, Sigourney Weaver, entre outros.

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FIM!

@beatrizshiro

Test Drive – Karmann Ghia 1958 (A Garota de Rosa Shocking)

O filme é aquele cliché: A garota pobre e desengonçada do colégio que desperta o amor de um garoto rico e popular que tenta traze-la para o seu mundo onde ela não é aceita pelos seus amigos e ele tem que escolher entre os seus amigos ricos ou seu amor… não preciso nem dizer como é o final…
O que há de mais legal nesse filme é o carro da personagem ruiva Andy Walsh (Molly Ringwald), um dos carros mais legais da VW o Karmann Ghia Hardtop Coupe 1958 (Type 14) cor de rosa, para vingar o nome original do filme (Preety In Pink).
Sua origem se dá quando a VW fez um contrato com construtora de carrocerias alemã Karmann, que por sua vez fez um acordo com a empresa
italiana Ghia dando origem a um belo carro esporte.
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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:
*Usa o mesmo motor do fusca H4 de 1,5 litros traseiro.
*Velocidade: 118 km/h
*Motor: 4 cilindros, 1192 cc / 33 cv (HP) em 3600 rpm
*Dimensões: 4,20m (comprimento); 1,64m (largura); 1,34m (altura).
*Tanque: 39.5 litros

*Tração : traseira
*Peso: 822 kg
*Assentos: 4
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CURIOSIDADES:
Foram fabricados cerca de 500 mil unidades.
O filme foi inspirado numa música “Preety in Pink” da banda Psychedelic Furs.
A cor do carro é a mesma usada pela Porsche e não é “rosa” e sim “Karmenratt”.
Os modelos 1958 e 1959 possuem o logo da VW cromada na frente assim como os para-choques estilo americano já os de 1960 em diante tem grades frontais alteradas e os faróis um pouco mais altos.
No Brasil os Karmann Ghia e seus varios modelos foram produzidos entre 1962 a 1975.
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AVALIAÇÃO:
Um dos carros mais procurados por restauradores. Quem não quer dar uma volta num dos carros mais “vintage” da VW? Aparecer montado em um nos dias de hoje é sinônimo de bom gosto pelos clássicos, estiloso e ainda moderno em seu design. Cool, descolado, vai chamar mais atenção do que qualquer carro de concessionária. Quem não tem Porsche tenta descolar um Karmann Ghia.