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Meytal Cohen; porque lugar de mulher é na cozinha

Comprovando que a alma feminina foi feita para a cozinha, aí está a cocota israelense Meytal Cohen que não me deixa mentir…

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Gene Simmons, o linguarudo

Vendo essa repercussão em torno da briga do ator Charlie Sheen com Hollywood ultimamente, me veio a mente alguns dos grandes “badass” do entretenimento, o baixista e co-fundador do KISS, Gene Simmons! Gene prova que sua enorme língua não serve só pra sexo oral nas garotas, serve também para destlilar um veneno em tudo que se mova.  E ele não poupa ninguém. Vejam aí algumas das declarações desse verdadeiro embaixador do politicamente incorreto…

Sobre Kurt Cobain, do Nivana, que se suicidou em 1994:

“Sabe o que me deixa mais puto nessa história toda do suicídio? É que ele não deixou um centavo da herança para mim! Da próxima vez que algum astro milionário quiser se matar, favor fazer um cheque em nome de Gene Simmons!”

Sobre artistas que “sofrem” por causa do sucesso:

“Eu não aguento esses ‘mártires do rock’ que estão sempre sofrendo em nome de sua pretensa arte! Vão se foder todos vocês! Em primeiro lugar, para que eles quiseram se tornar astros do rock? Quando eu era pobre, não tinha grana para comer bife, sonhava em ser um astro do rock para ter muito dinheiro e comer todas as mulheres que quisesse! Se você quer ser um artista sofredor, então vá tocar no metrô ou cortar a própria orelha fora!”

Sobre o sucesso do KISS:

“Por que o KISS faz sucesso? Porque nunca fizemos uma música falando ‘salvem as baleias’ ou qualquer coisa ridícula dessas. Nossas letras são todas sobre superação pessoal, sobre tomar as rédeas da sua própria vida. E muitas delas começam por ‘eu’, o que acho muito bom.”

Sobre o Oasis e o rock inglês atual:

“Eu já ouvi todas essas bandas inglesas, e posso afirmar que são todas uma merda. Tocam com cara de quem não faz sexo decente há 5 anos. Parecem que estão fazendo um favor à platéia.”

Sobre os shows do KISS:

“Como é que alguém pode ver um show como o nosso, com todos aqueles efeitos especiais e, 3D e explosões, e não achar que é o melhor show de todos os tempos? Quem mais é capaz de fazer uma coisa dessas? Como alguém pode ir ver a Celine Dion e chamar aquilo de show?”

Sobre os shows no Brasil em 1983:

“Os primeiros shows que fizemos no Brasil foram incríveis. Fomos escoltados ao estádio num tanque do Exército!”

Sobre o Rock And Roll Hall Of Fame:

“Há no Hall Of Fame artistas da disco music, rap, até folk iídiche, mas não o KISS. Creio que temos mais discos de ouro na América que qualquer um desses artistas, mas tudo bem. Ali é tudo política. Alguém pega um editor da (revista) Rolling Stone e alguém que empresaria outro alguém e decidem quem são nossos heróis. Foda-se! As pessoas que tem que decidir! Nunca será um Rock And Roll Hall of Fame até que as pessoas votem… Quanto tempo levou para que o Led Zeppelin entrasse? Meu Deus. Tem artistas de blues ali. Deveria ter um Blues Hall of Fame. Há rappers ali também. Madonna está lá também? Tá de sacanagem! Madonna é uma grande artista, mas não é rock and roll.”

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Sobre a qualidade de sua música:

“Tudo bem, admito que o que fazemos não é arte, não é Shakespeare. Mas eu sou milionário. Transei com mais de 4 mil mulheres. Você não acha que Shakespeare trocaria de lugar comigo?”

Tourinho tem a língua presa.

Exú Caveirinha (Coletânea de famosos)

Aqui uma coletânea (na verdade são só 3 vídeos) de famosos que foram possuídos pelo Exú Caveirinha.
Acompanhe a letra para não se perder, pois é muito complexa. Praticamente o “Faroeste Caboclo” da macumba.

Exu Caveirinha

Exú Caveirinha!
Venha trabalhar!
Levanta dessa Tumba!
Faz pedra Rolar!
Na mão esquerda a foice!
Na cinta o Punhal!
Não sai da linha mano!
Pra não se dar mal!

Wanessa Camargo

Beyoncé

Madonna

SWU-Brasil

SWU – depoimento de um tosco (parte 2)

Parte 2: shows.

Preciso ressaltar que todas as opiniões a seguir são pessoais e absurdamente parciais.

Shows

Primeiro dia:

Black Drawing Chalks – Banda nacional desconhecida do grande público, mas que merecia figurar entre as melhores do gênero mundo afora. Tocaram no line-up graças ao apelo popular, e fizeram muito, muito bonito.

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Los Hermanos – Não sou fã da banda, mas reconheço que eles tinham uma alegria bacana. Que foi embora com o hiato. Para a grande maioria dos presentes, foi um porre; para os fãs, dava a impressão de que Jesus descia do céu. Instrumentalmente impecáveis, mas preciso reconhecer que não vou com a cara do Marcelo Camelo, o que aumenta minha empatia por Los Hermanos.

Los Hermanos

Infectious Groove – Selaram o fim do funk metal.

Mutantes – A maioria não aprovou, mas muitos choraram, literalmente, de emoção. Na minha opinião, este Mutantes é um cover do original; uma banda no segundo tempo da prorrogação. As músicas que deram certo nessa apresentação deveram-se exclusivamente ao coro do público.

Mutantes

The Mars Volta – Às vezes o rock progressivo não é chato, mas mesmo assim me deixa entediado. Apresentação muito cansativa. De qualquer forma, o baterista é um show a parte, fazendo com que muitos brincassem de “air drumming”. Já o vocalista, engoliu um apito.

The Mars Volta

The Apples in Stereo – Banda que só conheci quando fui atrás de todas as atrações do festival. Não vou dizer que é bom, mas está longe demais de ser ruim. Merece destaque o visual dos integrantes, todos com aparência de terceira idade na mocidade. Vale a pena conhecer.

The Apples in Stereo

Rage Against the Machine – o tão aguardado show da banda mais engajada do festival foi foda e irritante. Irritante porque ao longo das últimas semanas o vocalista se posicionou tão contra a área vip, e com razão, que a galera resolveu invadi-la. E conseguiram. Derrubaram umas grades e apertaram todo mundo lá na frente. A organização parou o show e pediu para todos se afastarem. A pessoa que fez o pedido ao público estava com tanto medo de morrer que, a cada três palavras, engasgava em uma. Nisso, Zack de La Rocha tomou o microfone e conseguiu pôr ordem na casa. Quem tem moral é outra coisa. Ademais, os problemas técnicos chamaram muito a atenção. Em determinado momento, pareceu que alguém apertou a tecla Mute.

Confira um vídeo clicando aqui.

Segundo dia:

Ilo Ferreira – Esperei ansiosamente para conhecer o show do cara, que abriria as atrações do dia. Mas, a organização teve todo o tempo do mundo para deixar tudo em ordem, mas decidiu fazê-lo justamente no horário do Ilo. Não deu outra, cortaram o coitado do festival.

Teatro Mágico – Não tenho paciência para ouvir o som da banda em casa, mas o show é bem legal. O problema é que há anos é o mesmíssimo show — o que não significa que foi ruim; foi bem legal.

Teatro Mágico

Jota Quest – Quando subiram ao palco, fiz questão de ir comer. Me arrependo de ter ouvido um minuto do som deles.

Capital Inicial – O segundo pior show do festival. Infelizmente, perdi o show do Volver em outro palco, quase no mesmo horário, para pegar um lugar bom, então vi quase toda a apresentação do Capital. As músicas novas já não ajudam muito, e ainda decidiram tocá-las em câmera lenta. Já as boas, como Fátima e Independência, ganharam novos arranjos e ficaram deprimentes. Hora da aposentadoria.

Sublime with Rome – Passei o tempo todo para ouvir a minha favorita, Seed, mas não tocaram. Tomá no cu! De qualquer forma, o vocalista atual é a personificação do antigo, falecido, e mandou muito bem. Porém, Sublime with Rome é, na verdade, cover de Sublime. Embora houvesse aquela sensação de que nunca veríamos essa banda tocando no Brasil, deu pro gasto.

Sublime with Rome

Regina Spektor – Surpreendi-me ao ver que muita gente sabia cantar suas músicas. Particularmente, gosto apenas de um álbum, com pegada mais rock’n’roll, mas ela decidiu tocar as mais monotoninhas. Foi bom, mas quebrou o clima.

Regina Spektor

Joss Stone – Acho o soul uma merda e não estava nada empolgado para vê-la. Só que o show foi sensacional! A banda é maravilhosa e a Joss é simpaticíssima.

Joss Stone

Dave Matthews Band – Basicamente, uma das minhas bandas favoritas. Pagaria o preço que fosse só para vê-los. E eles não fizeram por merecer. Tecnicamente, impecáveis. Mas foi um show para músicos, repleto de solos e exibições de virtuosismo. Preferia que se concentrassem mais nas músicas, sobretudo os clássicos — dos quais tocaram somente três.

Dave Matthews Band

Kings of Leon – Eu já estava tão bagaçado quando subiram ao palco que mal aproveitei o show. Gostaria de ver novamente. Vi na mídia que foi uma apresentação frustrante. Discordo. Talvez os críticos ficaram putos porque mal deram entrevistas e ainda barraram a maioria dos fotógrafos. De qualquer forma, a banda manda super bem — e ainda tocaram a minha favorita! Para quem curte contrabaixo, confira clicando aqui.

Kings of Leon

Terceiro dia:

Fui um dos primeiros a chegar, mas a fila era tão desorganizada que levei quase duas horas e meia para entrar. Portanto, perdi o show do Gloria. Que droga!! rs

Crashdiet – Inacreditável. Pensei que o hard rock farofa tivesse morrido. Mas, aos saudosistas, os suecos descabelados mandaram muito bem.

Rahzel – Disparado a pior atração do festival. A começar pelo estilo: hip hop. Se ainda fosse “rip” hop… Me disseram que era um negão que fazia sons com a boca. Na hora pensei que poderia ser algo como o Sargento Larvell, do Loucademia de Polícia (veja a apresentação do cara clicando aqui. Enfim, foi um lixo. Um monte de barulho sem graça e sem melodia.

Rahzel

Yo La Tengo – A banda mais ofendida do festival. Sou fã deles, tenho discos originais e tudo mais, então aguardei ansiosamente o show. Confesso que foi meio frustrante pela escolha ruim do repertório. Tocaram só um dos clássicos. Porém, quando notei que eles estavam pouco se lascando pro público, que esperavam a saída deles para ver Cavalera Conspiracy, aí curti muito. A última música era muito louca. O baixista, provavelmente com uma mão mecânica, porque nenhum baixista normal aguentaria fazer a mesma base maluca por dez minutos, ficou parado enquanto o guitarrista/vocalista esfregava a guitarra na nuca e depois arrancava as cordas. Deveria ser uma microfonia do caralho, mas o mesário deu um jeito de ferrar o show. Saíram sem dizer nada enquanto o público comemorava. Poucos entenderam.

Yo La Tengo

Mombojó – Baixei dois discos, mas nunca havia gostado. Resolvi dar uma chance em razão da bela versão de “Ela voltou diferente”, do Odair José. Porém, o show também não me desceu bem e fui embora.

Mombojó

Avenged Sevenfold – Confesso que nunca tinha ouvido falar dessa banda. Até me assustei com a quantidade de fãs. Musicalmente, impecáveis, mas não me acrescentaram nada de bom. Prefiro Angra das antigas.

Incubus – Tentei gostar, mas não consegui. O show é bom, a banda é bacana… mas acho chato.

BNegão & Seletores de Frequência – Acabei entrando na Palco Oi Novo Som (de som alternativo) por acaso e confesso que foi a melhor coisa que fiz. Um dos melhores shows que presenciei no festival. O cara é foda!! Aconselho muito a conhecerem.

BNegão

Josh Rouse – Outro de que nunca tinha ouvido falar. O trio acústico fez um show-delícia, bem intimista. O problema foi suportar um casal de maconheiros do meu lado, totalmente fora de contexto.

Josh Rouse

Cansei de Ser Sexy – Não gosto do som, mas tinha curiosidade em ver uma apresentação. Recomendadíssimo!! A vocalista, Lovefoxx, é um show à parte. A mesticinha não perde o pique e dá uma aula de presença de palco. Ao final, o baixista jogou a palheta ao público. Caiu  no meu pé. Está aqui comigo.

Cansei de Ser Sexy

Queens of the Stone Age – Assisti pelo telão Josh Homme, barbado e mais gordo, em uma performance assustadora de sua banda. No bom sentido da palavra. Não consigo ouvir em casa, mas o show deles é imperdível.

Pixies – Simplesmente o show mais aguardado pela neo-velha-guarda-do-indie. Dificilmente se via alguém com menos de 30 anos esperando pelo quarteto nas imediações do palco. Deixei de ver de perto o show do Queens of The Stone Age para me posicionar melhor (a uns 7 metros da grade). Valeu demais a pena! Mandaram um clássico atrás do outro, e com todo mundo cantando. O lado negativo ficou por conta dos fãs de Linking Park, que, na ansiedade de ver essa banda, passaram a vaiar e xingar o Pixies. Tsc tsc…

Pixies

Linking Park – Sempre achei uma bosta o som deles, mas resolvi assistir sem preconceito. A primeira música foi boa, a segunda bacana, na terceira comecei a ficar entediado, até que mandaram uma Timbalada sem inspiração e interminável. Mas o que me fez desistir de ver a apresentação foi o excesso de noises, aquela porcaria eletrônica. Não sei como aquele povo, que se diz roqueiro, pode gostar de tantos “tunts tunts”. Mais parecia o show do Tiësto, que viria logo em seguida. Não teve jeito, fui embora.

Mas ano que vez estou lá novamente, opa!

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SWU – depoimento de um tosco (parte 1)

Parte 1: noção geral.

Após muita ansiedade, ocorreu há nos dias 9, 10 e 11 de outubro o SWU, sigla de $tarts with You. Também podemos chamá-lo de “Fe$tival da $u$tentabilidade”.

Tive o prazer de ser o correspondente do Toscochanchada no evento — encontrando por lá o Bruninho, do podcast, e o Barney, vulgo Bart, do episódio da Nova Zelândia. Como sou apenas um, relatarei somente o que consegui presenciar em meio a tantos shows concomitantes. Foram mais de 700 artistas nos palcos, em 50 horas de som.

Sábado de manhã chego na casa do sogrão, em Indaiatuba (cerca de 50 km da fazenda Maeda, onde ocorreu o evento), com toda a disposição. Logo após o almoço, pego carona até o kartódromo de Itu, de onde partiriam ônibus a cada 30 minutos rumo à fazenda. A vantagem desses circulares é que a viagem era única coisa do festival com valor justo: R$ 3,00 por trecho, parando a 100 metros das catracas.

No caminho, notei a roubada que seria ir de carro. Além de ter de pagar entre R$ 50 e R$ 100 para estacionar no mínimo a um quilômetro e meio das catracas, o percurso era de terra e ia-se comendo a poeira dos veículos que passavam. Só que o pior era na hora de ir embora. A fila de carros era gigantesca; conversei com gente que levou quatro horas para conseguir sair da fazenda.

Entrada, com fila de mais de 300 metros. (Clique para ampliar)

A fila na entrada era um sinal de que a organização estaria pecando em alguns aspectos. Até abrirem os portões, muitos ficavam irritados. E depois mais ainda, ao notar que pegariam outras duas filas, para serem revistados por seguranças do evento e, ainda, por policiais. Após um tempão em cada uma delas, chegava uma pessoa para dizer “mulheres aqui, homens ali”. Aí a bagunça tomava conta. Dos três dias, só no segundo consegui entrar sem estresse. Por exemplo, no dia 11 cheguei ao local ao meio-dia. O portão foi aberto às 14h e somente às 15:30 consegui passar pela revista policial. Três horas e meia torrando em um sol de rachar coco.

X-bacon comprado no Gordão Lanches por R$ 12,00. (Clique para ampliar)Já adentrado, a primeira coisa que fiz foi comprar as fichas do bar e dos refeitórios. Então, a facada. Refrigerante a no mínimo R$ 5, água por R$ 4, cerveja entre R$ 6 e R$ 8, lanches no mínimo a R$ 10 e pizzas, que mais pareciam as esfirras do Habbib’s, por R$ 8. E, o pior, tudo malfeito. Não dava para passar um dia todo só comendo aquelas porcarias. Para quem é grande e pesado como eu, ou se gastava uns 70 contos com essas porcarias por dia ou desmaiava nos shows mais aguardados. Ah, detalhe. As fichas que você comprava para um dia não valiam para os outros. Ou seja, só não rasguei meu dinheiro porque ameacei um processo.

Palco Oi Novo Som durante o show do BNegão. (clique para ampliar)

Enfim, dias depois ainda estou com os pés doendo, bem mais pobre, porém feliz. Sei que a tendência é criticar (afinal, houve inúmeros motivos), mas reconheço que organizar um evento dessa magnitude é uma tarefa heroica. Como ponto positivo, a tal da sustentabilidade. Toda a energia era proveniente do Sol ou de pedaladas.

Sim, pedaladas. Se você quisesse dar uma voltinha na roda-gigante, precisava primeiramente fazer um exercício em uma das cinco bicicletas ao lado. Também era possível, dessa forma, recarregar celulares e câmeras.

Era gente que não acabava mais.

Preciso ressaltar que os shows foram bem pontuais e as eventuais falhas
técnicas deveram-se à equipe das próprias bandas (caso do Rage Against).

Uma visão dos principais palcos. E eu, todo jeca.

Ah, o Palco Oi Novo Som trouxe novidades para muita gente. Ficava mais afastado, era menorzinho e bem aconchegante. E, no auge do frio (com o vento, a sensação térmica no último dia chegou a 5 ºC), aqueceu quem foi desprevenido.

No entanto, a TV roubou um ótimo espaço em frente aos palcos, separando o público ao meio. Também acho que os palcos poderiam estar pelo menos um metro acima. Dicas para o próximo ano.
Resumindo:

Lixo no chão e gente podre.

O que foi podre: alimentação, valores, filas, transporte particular, sujeira e falta de informação

por parte de quem trabalhou lá.

O que foi foda: a variedade de shows, os seis telões, a conscientização sobre sustentabilidade.
Na minha opinião, talvez contrária à grande maioria, o saldo foi bem positivo.

Confira nos próximos dias as informações sobre os shows.

          Quanta coisa, véi!